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No dia 15 de Janeiro estreia um espectáculo na Cossoul a partir da novela The Lost Boy, de Thomas Wolfe. Com adaptação e encenação de Paulo Tavares, assistência de Hugo Magro, produção de Rosa Azevedo e os actores Cláudio Henriques, Miguel Santos e Sara Felício.
Sinopse:
Eugene, um escritor reconhecido e louvado, quer pela sua fluência de linguagem, quer pelo carácter implacavelmente autobiográfico das suas narrativas, prepara-se para escrever sobre o episódio de infância em que perdeu o seu irmão Grover. Obcecado com os pormenores dessa perda, numa breve estadia em St. Louis – outrora uma cidade encantada à beira-rio –, convoca a mãe e o seu outro irmão, Robert, para uma travessia por um território, físico e íntimo, que se afigura demasiado grande para que se consiga agarrar, segurar, dar forma. Eis o desafio de Eugene: reconstituir o passado, como quem regressa a um lugar familiar sabendo que não deveria ter regressado.
Uma Rua em Saint Louis é a adaptação para teatro da novela The Lost Boy, de Thomas Wolfe, um dos principais escritores norte-americanos da primeira metade do século XX, cuja morte precoce e uma posterior crítica literária algo negligente o lançaram numa espécie de obscuridade literária. Com produção do Colectivo Prisma, Uma Rua em St. Louis estará em cena na Cossoul, em Lisboa, de 15 de Janeiro a 6 de Fevereiro de 2016.
O Colectivo Prisma é uma estrutura artística criada em 2015 na Cossoul. Tem como áreas de acção principais a Literatura, o Teatro e o Cinema, recuperando e adaptando, por um lado, textos ditos clássicos menos conhecidos do público em geral e, por outro, apostando nos textos de jovens dramaturgos e argumentistas. Nesse sentido, integra artistas residentes ou colaboradores da Cossoul, abrindo também as portas e estabelecendo pontes com novos actores, encenadores, dramaturgos, argumentistas, realizadores, artistas plásticos, produtores e músicos. Desenvolver e estreitar relações de afinidade entre os vários domínios artísticos é um dos principais objectivos do Colectivo Prisma.